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Foi na música que a artista multimídia brasileira Linn da Quebrada despontou em 2017, com sua primeira faixa, “Enviadescer”. De lá para cá, a cantora e compositora desenvolveu seu processo criativo musical em diferentes etapas, explorando seu corpo através da palavra, dela criando som e fazendo barulho. O primeiro disco, Pajubá (2018), criou linguagem própria, catapultando a artista para diferentes palcos do Brasil e mundo afora. Com direção musical da DJ e produtora brasileira BADSISTA, Pajubá evocou uma estética sonora de difícil classificação, porém potente em seus efeitos práticos: música feita para pensar e dançar. A parceria entre as duas segue agora para um novo álbum, Trava Línguas, o segundo da carreira de Linn da Quebrada. Previsto para lançamento em 2021, neste novo trabalho Linn da Quebrada rompe com os timbres reproduzidos até então, renovando-os a partir de novas referências e experimentações. Tudo isso na busca contínua por outras frequências sonoras, nos usos da palavra e também em sua identidade artística.

Cinema & TV

Em Berlim, no ano de 2018, dentro do Berlinale, Linn conquistou o Teddy Awards de “Melhor Documentário Estrangeiro”, com o doc. Bixa Travesty, de Kiko Goifman e Claudia Priscilla. Este prêmio foi apenas um entre vários que a obra angariou em diversos festivais de cinema - internacionais e  brasileiros -, impulsionando a trajetória da também roteirista e protagonista do filme mundo afora. Uma vez na telona, em 2019 Linn também ocupa a telinha, como apresentadora de TV pela primeira vez em sua carreira. Ao lado de Jup ela comanda a bancada do talk show TransMissão, que estreou este ano no Canal Brasil (Globosat) e também integra o elenco da série inédita “Segunda Chamada” (Rede Globo).

 

MÚSICA

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